Aulas disponíveis a partir de  junho de 2021.

Brasil, mostra tua cara: passado e presente da história brasileira

Brasil, mostra tua cara é um curso sobre a História do Brasil organizado por meio da descrição e análise de diversos temas fundamentais para a nossa identidade nacional e unidade territorial, elaborados por um grupo de historiadoras e historiadores cujas pesquisas são reconhecidas dentro e fora do país.

Com o objetivo de fornecer fundamentos para um reencontro com o nosso melhor e mais contraditório passado histórico, escapar das respostas prontas dos negacionistas históricos e desenvolver críticas qualificadas do presente, o curso parte de diferentes perspectivas sobre nossa cultura, passando por temas como o Brasil antes dos portugueses, a escravidão e o tráfico transatlântico, o papel na açúcar na economia colonial, o encontro nem sempre tranquilo com o outro (estrangeiros), a diversidade cultural e étnica dos povos indígenas, as mulheres na historiografia brasileira, o acesso à água, a ditadura e as complexas relações entre Estado e classes dominantes.

O curso apresenta um amplo panorama sobre a formação de uma sociedade marcada por lutas, insubmissões e desigualdades, e busca despertar o interesse de todas as pessoas que têm curiosidade pelo assunto, não sendo obrigatória a formação em História para acompanhar as aulas.

Para quem é o curso

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Para quem se pergunta o que é o Brasil, e quem são os brasileiros

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Para entender os golpes e as crises políticas na História do Brasil

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Para quem quer aprender com renomados pesquisadores do Brasil e do exterior

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Para quem se interessa por discutir os movimentos políticos do passado e do presente

POR QUE PARTICIPAR DO CURSO
Brasil, mostra tua cara: passado e presente da história brasileira

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Para desenvolver um repertório crítico sobre cultura brasileira

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Para entender os processos e experiências que marcaram a nossa história

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Para adquirir uma perspectiva decolonial sobre o passado

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Para aprender com grandes especialistas da área

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Para compreender as origens da desigualdade social

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Para refletir sobre a ação humana através do tempo

O que mais você vai encontrar no curso

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Acesso a renomados professores e pesquisadores

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Mais de 37 horas de conteúdo

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Slides apresentados nas aulas

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Desconto em outros cursos da IREE Escola e outros benefícios

Coordenadores

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Patrícia Valim

Mestre em História Social (2007) e doutora em História Econômica (2013), ambos pela Universidade de São Paulo. Desenvolveu pesquisa de pós-doutorado no Programa de Pós-graduação em História na UFBA, com bolsa CAPES/PNPD, durante o período de dezembro/2013 – janeiro/2015. Lecionou por oito anos nas graduações de História, Pedagogia e Serviço Social em IES privadas de São Paulo. Atualmente é professora adjunta de História do Brasil Colonial no departamento de História da UFBA. Tem experiência na área de História, com ênfase em História do Brasil nos períodos colonial e imperial, atuando principalmente nos seguintes temas: conjunturas insurgentes, cultura política, cultura jurídica, Conjuração Baiana de 1798, lutas pela Independência Política na Bahia, sujeitos em suspeição na crise do Antigo Regime e negacionismo Histórico.

Patrícia Valim

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Stuart B. Schwartz

É catedrático no departamento de História de Yale University (EUA). Ph.d. pela Columbia University, recebeu também cinco doutorados honorários por universidades no Brasil, Peru, e Estados Unidos. Autor de mais de vinte livros, é especialista na História Colonial do Brasil, recebeu a Ordem do Cruzeiro do Sul em reconhecimento de seus livros “Burocracia e sociedade no Brasil colonial” (1979, 2011), “Segredos internos – engenhos e escravos na sociedade colonial” (1988) e “Cada um na sua lei” (2008). Continua suas pesquisas sobre Brasil no período Habsburgo e durante a restauração portuguesa.

Stuart Schwartz

SUPERVISORES

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Walfrido Warde

Walfrido Warde é Bacharel em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, bacharel em Filosofia pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, Master of Laws pela Universidade de Nova York.

Doutor em Direito pela Universidade de São Paulo, quatro vezes pesquisador bolsista no Max-Planck-Institut für ausländisches und internationales Privatrecht, autor de dezenas de livros e artigos e autor do best seller “O espetáculo da corrupção”. Presidente do IREE.

Walfrido Warde

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Rafael Valim

Rafael Valim é Doutor e mestre em Direito Administrativo pela PUC-SP, onde lecionou de 2015 a 2018, atualmente é professor visitante na University of Manchester (Inglaterra), na Université Le Havre Normandie (França), na Universidad Panamericana (México) e na Universidad de Comahue (Argentina). É Diretor Cultural do IREE, membro do Instituto Internacional de Derecho Administrativo, do Foro Iberoamericano de Derecho Administrativo e do Instituto Brasileiro de Direito Administrativo. Advogado e parecerista.

Rafael Valim

Professores

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Adriana Romeiro

Adriana Romeiro é graduada em História pela Universidade Estadual de Campinas, possui mestrado e doutorado pela mesma universidade, e pós-doutorado pela Universidade de São Paulo e Universidad Autónoma de Madrid. É professora associada do departamento de História da Universidade Federal de Minas Gerais desde 1996. Entre seus livros publicados estão “Um visionário na corte de D. João V”, “Paulistas e emboabas no coração das Minas”, “Corrupção e poder no Brasil, séculos XVI-XVIII – uma história”, “Vila Rica em sátiras: produção e circulação de pasquins em Minas Gerais, 1732”. Atualmente, desenvolve pesquisas sobre a história da corrupção no mundo ibérico, entre os séculos XVI e XVIII.

Adriana Romeiro

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Alexandre de Sá Avelar

Alexandre de Sá Avelar é graduado e mestre em História pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Realizou doutorado, também em História, na Universidade Federal Fluminense e estágio pós-doutoral na École des Hautes Études en Sciences Sociales (EHESS), em Paris.

É professor dos cursos de graduação e pós-graduação do Instituto de História na Universidade Federal de Uberlândia e Pesquisador do CNPq (Bolsista Produtividade). É membro da Sociedade Brasileira de Teoria da História e História da Historiografia. Organizou os livros “O que pode a biografia” e “O futuro da história”, nos anos de 2019 e 2020, em parceria, respectivamente, com os professores Benito Bisso Schmidt (UFGRS) e Júlio Bentivoglio (UFES). Suas pesquisas têm se concentrados nos campos da teoria e da filosofia da história, com ênfase nas relações entre história, memória, passados sensíveis e narrativas biográficas.

Alexandre de Sá Avelar

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Amara Moira

Amara Moira é travesti, feminista, doutora em teoria e crítica literária pela Unicamp (com tese sobre o “Ulysses” de James Joyce) e militante dos direitos de pessoas LGBTQIA+ e de trabalhadoras sexuais. Integra a Associação Mulheres Guerreiras, o Grupo Identidade e o Coletivo TransTornar, todos de Campinas, sua cidade natal, e o Coletivo A Revolta da Lâmpada, de São Paulo. Tem publicado artigos sobre gênero e literatura, é autora do livro autobiográfico “E se eu fosse put”a (2016, republicado em 2018 como: “E se eu fosse puRa”), do capítulo também autobiográfico “Destino Amargo”, presente em “Vidas Trans – A coragem de existir” (2017), e do monólogo escrito em pajubá, a língua das travestis, “Neca”, incluído na antologia “A Resistência dos Vagalumes” (2019). Sua produção textual figura na bibliografia de cursos de pós e de graduação em universidades do país todo e do exterior. Atualmente reside em São Paulo capital, é colunista da Mídia Ninja e professora de literatura no cursinho online pré-vestibular Descomplica.

Amara Moira

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Ana Flávia Magalhães Pinto

É doutora em História pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), mestre em História pela Universidade de Brasília (UnB); bacharel em Jornalismo pelo UniCEUB – Brasília; e licenciada em História pela Unip. Realizou pós-doutorado em História pela Unicamp. É professora do Departamento de História da UnB; coordenadora da regional Centro-Oeste do GT Emancipações e Pós-Abolição da Associação Nacional de História (Anpuh); e integrante da Rede de HistoriadorXs NegrXs. Autora e organizadora de livros como Escritos de Liberdade: literatos negros, racismo e cidadania no Brasil oitocentista (editora da Unicamp, 2018) e Imprensa Negra no Brasil do Século XIX (Selo Negro, 2010); Pensadores Negros – Pensadoras Negras: Brasil, séculos XIX e XX (Fino Traço, 2020), este organizado junto com Sidney Chalhoub, entre outros. Desenvolve pesquisas sobre a atuação político-cultural de pensadores/as negros/as, imprensa negra, abolicionismos e experiências de liberdade e cidadania negras no período escravista e no pós-abolição no Brasil e em outros pontos da Diáspora Africana.

Ana Flávia Magalhães

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André Figueiredo Rodrigues

É graduado, mestre e doutor em História pela Universidade de São Paulo (USP). Professor do Departamento de História da Faculdade de Ciências e Letras, câmpus de Assis, e do Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP). Acadêmico Efetivo (cadeira nº 40) da Academia Guarulhense de Letras (AGL) e Presidente da Seção Nacional do Instituto Panamericano de Geografía e Historia (IPGH) / México, da Organização dos Estados Americanos (OEA), no Brasil. Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq – Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – nível 2. Autor dos livros: “Em busca de um rosto: a República e a representação de Tiradentes” (editora Humanitas FFLCH-USP, 2020), “Inconfidência Mineira: negócios, conspiração e traição em Minas Gerais” (editora Humanitas FFLCH-USP, 2020), “A fortuna dos inconfidentes: caminhos e descaminhos de bens de conjurados mineiros” (editora Globo, 2010), dentre outras publicações. Desenvolve pesquisas sobre revoltas e participantes de revoltas no universo colonial brasileiro.

André Figueiredo

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Carlos Fico

Carlos Fico é doutor em história pela USP, professor titular de história do Brasil da UFRJ e pesquisador do CNPq. Dedica-se ao ensino de teoria e metodologia da história e de história do Brasil republicano e desenvolve pesquisas sobre os seguintes temas: ditadura militar no Brasil e na Argentina, historiografia brasileira, rebeliões populares no Brasil republicano e história política dos Estados Unidos durante a Guerra Fria, sendo autor de diversos livros e artigos. Foi “Cientista do Nosso Estado” da FAPERJ entre 2003 e 2006. Recebeu o Prêmio Sergio Buarque de Holanda de Ensaio Social da Biblioteca Nacional em 2008. Foi o Coordenador da Área de História da Capes entre 2011 e 2018.

Carlos Fico

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Carlos Lima Junior

Carlos Lima Junior é Doutor em História da Arte pelo Museu de Arte Contemporânea da USP, com estágio de pesquisa pelo Centre Georges Chevrier da Université de Bourgogne (Dijon| França), sob financiamento da FAPESP. É professor colaborador do curso de especialização em Museologia, Cultura e Educação da PUC–SP, e curador adjunto da exposição temporária “Memórias da Independência” do Museu Paulista da USP. Publicou, ao lado de Lilia Moritz Schwarcz e Lucia Klück Stumpf, o livro “A Batalha do Avaí: a beleza da barbárie. A Guerra do Paraguai pintada por Pedro Américo” (Sextante, 2013 – Prêmio Academia Brasileira de Letras). É membro do Grupo de Pesquisa “Emancipações e Pós-Abolição em Minas Gerais” (UFJF|CNPq). Atua nos seguintes temas: arte brasileira do século XIX; relações entre arte e poder em fins do reinado de D. Pedro II; imagética da Primeira República Brasileira.

Carlos Lima Junior

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Cláudia C. Azeredo Atallah

É graduada em História pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), possui mestrado em História pela mesma universidade e doutorado em História pela Universidade Federal Fluminense. É pós-doutora pela Universidade Federal de Minas Gerais com financiamento CNPq. É professora adjunta do curso de História da Universidade Federal Fluminense (CHT) e do Programa de Pós-graduação em História Social da UERJ/FFP. Coordena o Grupo de Pesquisa Justiças e Impérios Ibéricos de Antigo Regime (JIIAR) que reúne pesquisadores brasileiros e estrangeiros interessados nos estudos acerca da administração da Justiça na época moderna e em História do Direito. É autora de diversos artigos publicados em Revistas Científicas qualificadas sobre o tema e do livro “Da justiça em nome d’El Rey Justiça, Ouvidores e Inconfidência no centro sul da América portuguesa”, editado pela EDUERJ com financiamento FAPERJ. É também uma das organizadoras da coletânea “Justiças, Governo e Bem Comum na administração dos Impérios Ibéricos de Antigo Regime (séculos XV-XVIII)”, que reúne trabalhos de importantes pesquisadores da área da Justiça e da História do Direito.

Cláudia Atallah

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Durval Muniz de Albuquerque Júnior

Durval Muniz de Albuquerque Júnior é graduado em Licenciatura em História pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), possui mestrado e doutorado em História Social do Trabalho pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Cursou pós-doutorado em Educação pela Universidade de Barcelona e em Teoria e Filosofia da História pela Universidade de Coimbra. É professor visitante no departamento de História da Universidade Estadual da Paraíba. Professor titular aposentado da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Professor permanente dos programas de pós-graduação em História das Universidades Federais de Pernambuco e do Rio Grande do Norte. Autor de livros como “A Invenção do Nordeste e outras artes”, publicado pela editora Cortez; “Nordestino: invenção do falo (uma história do gênero masculino)”, “A Feira dos Mitos: a fabricação do folclore e da cultura popular”, pela editora Intermeios. Desenvolve pesquisas nos seguintes temas: história e espaços, estudos de gênero, história da historiografia, biografia histórica, história cultural e história das sensibilidades

Durval Muniz

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Ernst Pijning

Fez graduação e mestrado em História na Universidade de Leiden, Países Baixos. Depois fez mestrado e doutorado em História na Johns Hopkins University, Baltimore, MD, EUA. É professor na Minot State University em Minot, Dakota do Norte, EUA. Os temas de suas pesquisas são o comércio de contrabando no Brasil Colonial, e as relações entre os Países Baixos, Portugal e Brasil especialmente no período setecentista. Publicou vários artigos e capítulos em revistas e coletâneas do Brasil, Canadá, Colômbia, França, Países Baixos e Portugal..

Ernst Pijning

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Evergton Sales Souza

É licenciado em História pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), onde também fez o mestrado em História Social. Fez o doutorado na Universidade de Paris-Sorbonne, onde também foi professor visitante da Chaire Alphonse Dupront.

Atualmente, é professor de História Moderna do Departamento de História da UFBA e bolsista de produtividade científica do CNPq. Dentre suas publicações destacam-se “Jansénisme et réforme de l’Église dans l’Empire portugais. 1640-1790″ (2004); “Formas de crer: ensaios de história religiosa do mundo luso-afro-brasileiro, séculos XIV-XXI” (2006), organizado em parceria com Lígia Bellini e Gabriela R. Sampaio; organizou em parceria com Bruno Feitler, “A Igreja no Brasil: normas e práticas durante a vigência das Constituições primeiras do Arcebispado da Bahia” (2011) e, com Guida Marques e Hugo R. Silva, “Salvador da Bahia, retratos de uma cidade atlântica” (2016).

Evergton Sales Souza

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Felipe Cruz Tuxá

Pesquisador indígena do povo Tuxá. Professor na Universidade do Estado da Bahia (Campus VIII), tem graduação em Ciências Sociais pela UFMG, mestrado em Antropologia Social pela UnB. Atualmente cursa doutorado em Antropologia Social na UnB conduzindo pesquisa sobre violações de direitos indígenas e genocídio. É pesquisador da FIOCRUZ e do OPARÁ, além de fazer parte do “Tecendo Redes Antirracistas” e ser membro do “Comitê de Indígenas Antropóloges” da Associação Brasileira de Antropologia (ABA).

Seus livros incluem “Tecnossistema: a vida social da razão”, “Entre a razão e a experiência: ensaios sobre a tecnologia e a modernidade” e “Tecnologia, modernidade e democracia”.

Felipe Cruz Tuxá

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Flávio Gomes

É professor associado do setor de História do Brasil, no Instituto de História da UFRJ. Doutor em História Social do Trabalho pela Unicamp (1997). Em 2009 obteve a John Simon Guggenheim Foundation Fellowship. Realizou estágio de pós-doutorado na USP (2006), CPDOC/FGV (2012-2013) e foi pesquisador visitante em New York University (2014) e professor visitante na USP (2019). Recebeu os Prêmios Arquivo Nacional de Pesquisa (1993 e 2003); Prêmio Brasil-Descobrimentos, Fundação Cultural Brasil-Portugal (1999) e os Prêmios Literários Casa de Las Américas, Cuba, 2006 (pelo livro “A Hidra e os Pântanos”, menção honrosa) e 2012 (pelo livro “O Alufá Rufino”, coautoria João Reis e Marcus de Carvalho). Tem publicado dezenas de artigos, capítulos de livros, coletâneas e livros sobre escravidão no Brasil. Suas pesquisas se desenvolvem no âmbito da história atlântica, escravidão, pós-emancipação, cartografias da plantation em perspectiva comparada (Venezuela, Colômbia, Guiana Francesa e Cuba). Foi pesquisador Cientista do Nosso Estado da FAPERJ (2013-2017) e é atualmente pesquisador, na categoria Produtividade em Pesquisa do CNPq.

Flávio Gomes

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Iris Kantor

Graduou-se no departamento de História na Universidade de São Paulo, onde também defendeu o mestrado e o doutorado no âmbito do Programa de História Social da Faculdade de Filosofia Letras e Ciências Humanas. Integrou o quadro de docentes da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo; e, desde 2003, é docente concursada no departamento de História na Universidade de São Paulo, sendo responsável pelas disciplinas de História Ibérica, História da Historiografia Colonial Brasileira e História da Cartografia Ibero Americana. Bolsista Produtividade do CNPq (PQ 2); participa do comitê executivo do E- Journal of Portuguese History da Universidade de Brown. Coordenadora do Laboratório de Estudos de Cartografia Histórica da Cátedra Jaime Cortesão. Participa do Conselho Acadêmico da Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin, e representa a FFLCH no Conselho Deliberativo do Instituto de Estudos Brasileiros da USP, integra o grupo de pesquisa cadastrado no CNPq Ciência, império e viagens (2013). Membro do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro.

Iris Kantor

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Isabel Lustosa

Isabel Lustosa é doutora em Ciência Política pelo antigo IUPERJ atual IESP-UERJ, sócia titular do IHGB e foi pesquisadora da FCRB por 30 anos. Ocupou a Cátedra Simon Bolívar, no IHEAL, Paris 3 (2010) e a Cátedra Sérgio Buarque de Holanda na Maison des Sciences de l´Homme, (2012) atuando como professora visitante da Universidade de Rennes-2. Obteve bolsa da CAPES para atuar como professor visitante sênior junto ao Centro de Humanidades (CHAM) da Universidade Nova de Lisboa, entre dezembro de 2019 e junho de 2020. É autora, entre outros, de “Insultos impressos: a guerra dos jornalistas na Independência” (Cia das Letras, 2000); “D. Pedro I: um Herói sem nenhum caráter” (Cia das Letras, 2009); “Lampião: esperteza e violência” (Claro enigma, 2011) e “O jornalista que imaginou o Brasil – tempo, vida de pensamento de Hipólito da Costa – 1774-1823 (editora da UNICAMP, 2019). Organizou: “Imprensa, humor e caricatura: a questão dos estereótipos culturais” (EdUFMG, 2011); “Imprensa, história e literatura”, (editora da FCRB, 2008), “Agostini: o italiano que desenho ou Brasil” (editora da FCRB, 2014) e, junto com Alberto Dines, produziu, organizou e editou a edição fac-similar do “Correio Brasiliense de Hipólito da Costa”, publicada em 31 volumes pela Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, entre 2002 e 2003. Suas principais áreas de estudo são a história da imprensa nos séculos XIX e XX; a história do período joanino, da Independência, do Primeiro Reinado e a história do humor e da caricatura.

Isabel Lustosa

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Janes Jorge

É professor associado do curso de graduação e do programa de pós-graduação do departamento de História da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Realiza pesquisas na área de história ambiental e atividades de extensão universitária com as Escolas da Cidadania de Mogi das Cruzes e Guarulhos entre outras iniciativas. É autor do livro “Tietê, o rio que a cidade perdeu” e organizou os livros “Cidades Paulistas: Estudos de História Ambiental Urbana” e P”anoramas Ambientais do Brasil Rural”. Integra o Conselho Consultivo da Associação Nacional de História (SP) desde 2014 e foi vice-diretor do Campus Guarulhos da Unifesp entre 2017-2021.

Janes Jorge

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Joana Maria Pedro

É graduada em História pela UNIVALI – Universidade do Vale do Itajaí, fez mestrado em História Econômica da UFSC – Universidade Federal de Santa Catarina e doutorado em História Social na USP – Universidade de São Paulo. Fez também pós-doutorado na França na Université de Avignon e nos Estados Unidos na Brown University. Foi professora do departamento de História entre 1983 e 2019. Atualmente é professora do quadro permanente do programa de pós-Graduação em História e do programa de pós-Graduação interdisciplinar em Ciências Humanas da UFSC. É uma das coordenadoras do IEG – Instituto de Estudos de Gênero, na UFSC e pesquisadora do LEGH – Laboratório de Estudos de Gênero e História.

Entre os livros publicados, destacam-se “Resistências, gênero e feminismos contra as ditaduras no Cone Sul” (organizado em parceria com Cristina Scheibe Wolff e Ana Maria Veiga, publicado pela editora Mulheres), “Nova História das Mulheres no Brasil” (publicado pela editora Contexto) e “Feminismos e Democracia”, com participação de Jair Zandoná e publicado pela editora Fino Traço.

Joana Maria Pedro

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Juliana Barreto Farias

É graduada em História pela Universidade Federal Fluminense (UFF), possui mestrado em História Comparada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e doutorado em História Social pela Universidade de São Paulo (USP). Cursou pós-doutorado em História da África na Universidade de Lisboa. É professora adjunta nos cursos de Licenciatura em História e Bacharelado em Humanidades da UNILAB-Campus dos Malês-BA, no Programa de Mestrado em Estudos Africanos, Povos Indígenas e Culturas Negras, da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), Campus Salvador, e do Programme de Doctorat Unique ès-Lettres da Université Cheikh Anta Diop, em Dakar-Senegal. Autora de livros como “Mercados minas: Africanos ocidentais na Praça do Mercado do Rio de Janeiro”, publicado pelo Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro (AGCRJ), e “Mulheres negras no Brasil escravista e do pós-emancipação”, pela editora Selo Negro, organizado junto com Flávio Gomes e Giovana Xavier. Em 2003, foi uma das ganhadoras do Prêmio Arquivo Nacional de Pesquisa. Em 2014, a tese de doutorado ganhou o Prêmio Afonso Carlos Marques dos Santos, do AGCRJ, e o Prêmio História Social 2012, USP-Capes. Desenvolve pesquisas sobre escravidão, liberdade, gênero na África ocidental (Senegal, Gâmbia, Guiné-Bissau) e na diáspora africana.

Juliana Farias

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Júnia Furtado

Professora titular livre de História Moderna na Universidade Federal de Minas Gerais, onde atualmente atua no Programa de História (PPGHIS) e como visitante no PPGHIS da UNIFESP. Especialista em Brasil Colônia, História Moderna e História da Cartografia. Possui vários artigos, capítulos de livros publicados, entre eles “Chica da Silva e o contratador dos diamantes: o outro lado do mito” – Menção Honrosa, Casa de Las Americas, 2004; “Oráculos da Geografia iluminista: Dom Luís da Cunha e Jean Baptiste Bourguignon D’Anville na construção da cartografia do Brasil” e “O mapa que inventou o Brasil” – Prêmio Clarival do Prado Valadares, de 2011 e Prêmio Jabuti em Ciências Humanas, 2013.

Júnia Furtado

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Lincoln Secco

Lincoln Secco nasceu na cidade de São Paulo em 1969. Formou-se nas escolas públicas Santos Dumont e Nossa Senhora da Penha. Em 1987 ingressou na Universidade de São Paulo (USP). Cursou Letras e obteve o bacharelado e a licenciatura em História. É mestre, doutor e livre docente pela USP onde desde 2003 é professor de História Contemporânea. É autor de “A Revolução dos Cravos” (Alameda); “Caio Prado Junior: o sentido da revolução” (Boitempo); “História do PT” (Ateliê, 5 edições); e “Histoire du Parti des travailleurs au Brésil” (Éditions du Sextant) entre outros. Desenvolve pesquisas sobre historiografia econômica, História do Brasil republicano e política brasileira.

Lincoln Secco

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Lorelai Kury

Lorelai Kury é graduada em História pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC/RJ), tem mestrado pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Seu doutorado, financiado pelo Cnpq, foi na École des Hautes Études en Sciences Sociales, em Paris (EHESS). É pesquisadora da Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz e professora do programa de pós-graduação em História das Ciências e da Saúde, da mesma instituição. É também professora da área de Teoria e Metodologia da História da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). É pesquisadora do Cnpq. Já atuou como convidada em instituições internacionais, como a EHESS, o King’s College, de Londres, e no Programa Erasmus, em Évora e Barcelona. Desenvolve pesquisa na área de história das ciências, em particular sobre viagens científicas e natureza. Publicou e organizou diversas obras, entre as quais: “Histoire naturelle et voyages scientifiques” (L’Harmattan, 2001); “Usos e circulação de plantas no Brasil” (Andrea Jakobson, 2013); “O naturalista Veloso” (Revista de História, 2015); “Botany in war and peace” (PJSS, 2017).

Lorelai Kury

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Luciana Brito

Luciana Brito é historiadora, professora do curso de graduação em história e do mestrado em História da África, da Diáspora e dos povos indígenas da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia. É pós-doutora em História da Diáspora Negra pela City University of New York, doutora em História Social pela USP, mestre em História Social pela Unicamp e licenciada em História pela Universidade Federal da Bahia. É autora do livro “Temores da África: segurança, legislação e população africana na Bahia oitocentista”, que ganhou o prêmio Thomas Skidmore de 2019. Tem diversos artigos publicados em revistas acadêmicas sobre os temas da escravidão e liberdade no Brasil e nos Estados Unidos. Na grande imprensa publicou diversos artigos sobre educação, desigualdades raciais, de classe e gênero e política. Desde 2019 é colunista do Nexo Jornal. Instagram: @lucianabritohistória.

Luciana Brito

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Luiz Felipe Alencastro

Historiador e cientista político, professor da Escola de Economia de São Paulo da FGV e professor emérito da Sorbonne Université.

Luiz Felipe Alencastro

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Márcia Motta

É graduada em História pela Universidade Federal Fluminense (UFF), possui mestrado em História pela mesma instituição e doutorado em História pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). É professora do programa de pós-graduação em História da Universidade Federal Fluminense e coordenadora do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia História Social das Propriedades e Direito de Acesso (Proprietas).

É autora de livros como “Nas Fronteiras do Poder”, “O direito à terra no Brasil: a gestação do conflito” (este último traduzido para o inglês) e “O rural à la gauche”, além de artigos e capítulos de livros. Atualmente é presidente da Associação Nacional de História (ANPUH).

Márcia Motta

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Marcos Luiz Bretas

É professor adjunto de História do Brasil na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Formado em História pela Universidade Federal Fluminense, tem mestrado em Ciência Política pelo IUPERJ e doutorado em História pela The Open University da Grã-Bretanha. Fez um pós-doutorado na Université de Lille 1. Autor dos livros “Ordem na Cidade” (Rocco, 1997) e “A Guerra das Ruas” (Gramma, 2018) além de organizar diversas coletâneas, entre elas a “História das Prisões no Brasil” (Anfiteatro, 2017) e “Polícia, Justiça e Prisões, Estudos Históricos” (Appris, 2020). Trabalha principalmente com a história da polícia e do crime no Brasil, com ênfase no período da Primeira República. Trabalha também com as relações entre a produção cultural carioca – teatro, literatura, música – e temas criminais e censura. Recentemente tem se voltado para a história social do crime no período 1945-64, analisando o desenvolvimento da criminalidade urbana e suas representações na imprensa, além da emergência da questão das drogas no Rio de Janeiro.

Marcos Luiz Bretas

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Maria Leidiana Mendes de Oliveira

Maria Leidiana Mendes de Oliveira é graduada em Geografia pela Universidade Estadual Vale do Acaraú-UVA, possui mestrado e doutorado em Geografia Humana pela Universidade de São Paulo-USP, com estágio-sanduíche na Universidade de Paris I, Panthéon-Sorbonne.

Pesquisa sobre as desigualdades socioespaciais onde está inserido o tema da fome. Estudou algumas políticas compensatórias de combate à fome, dentre as quais o programa Bom Prato, na cidade São Paulo. Foi pesquisadora vinculada ao Laboratório de Geografia Política e Planejamento Territorial e Ambiental (LABOPLAM), da Universidade de São Paulo.

Maria Leidiana Mendes

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Mateus Pereira

Graduado em História pela Universidade Federal de Minas Gerais (1999). Doutor em História pela Universidade Federal de Minas Gerais (2006), com período sanduíche na Universite de Versailles Saint-Quentin-en-Yvelines. Realizou dois estágios pós-doutorais na Università di Bologna (2014-2015 e 2019). Professor associado 3 da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP). É editor executivo da Revista História da Historiografia. Seus livros mais recentes são: “Atualismo 1.0 – como a ideia de atualização mudou o século XXI” (com Valdei Araujo, Ed. Milfontes, 2018), “Uma Introdução à História da Historiografia Brasileira” (1870-1970) (com Thiago Nicodemo e Pedro dos Santos, Ed. FGV, 2018), “Do Fake ao Fato: (des)atualizando Bolsonaro” (organização com Valdei Araujo e Bruna Klem, Ed. Milfontes, 2020), e “Almanaque da Covid-19 ou o encontro de um presidente fake e um vírus real” (com Mayra Marques e Valdei Araujo, Ed. Milfontes, 2020).

Mateus Pereira

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Patrícia Valim

Mestre em História Social (2007) e doutora em História Econômica (2013), ambos pela Universidade de São Paulo. Desenvolveu pesquisa de pós-doutorado no Programa de Pós-graduação em História na UFBA, com bolsa CAPES/PNPD, durante o período de dezembro/2013 – janeiro/2015. Lecionou por oito anos nas graduações de História, Pedagogia e Serviço Social em IES privadas de São Paulo. Atualmente é professora adjunta de História do Brasil Colonial no departamento de História da UFBA. Tem experiência na área de História, com ênfase em História do Brasil nos períodos colonial e imperial, atuando principalmente nos seguintes temas: conjunturas insurgentes, cultura política, cultura jurídica, Conjuração Baiana de 1798, lutas pela Independência Política na Bahia, sujeitos em suspeição na crise do Antigo Regime e negacionismo Histórico.

Patrícia Valim

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Pedro Fassoni Arruda

Bacharel em Direito (1997). É mestre em Ciências Sociais pela UNESP – Universidade Estadual Paulista (2003), tendo defendido dissertação sobre o desenvolvimento capitalista e a hegemonia da burguesia industrial brasileira, no período 1930-54. É doutor em Ciências Sociais pela PUC/SP, título obtido com a defesa da tese “O imperialismo e a dominação burguesa na Primeira República brasileira (1889-1930)”, em dezembro de 2007. Pesquisador das ideologias, partidos políticos, movimentos sociais e constituições brasileiras. Atualmente é professor de ensino superior da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, PUC-SP. Tem experiência na área de Ciência Política, com ênfase em Teoria Política e história política do Brasil contemporâneo. Atua principalmente nas seguintes linhas de pesquisa: imperialismo e relações internacionais, marxismo, hegemonia política, ideologias, capitalismo tardio, teoria da dependência, Estado e lutas de classes. Autor dos livros “Capitalismo dependente e relações de poder no Brasil” (editora Expressão Popular, 2012, 384 páginas) e “Partidos políticos e disputa eleitoral no Brasil” (EDUC, 2016, 273 páginas). Foi chefe do Departamento de Política da PUC/SP entre 2016 e 2018, e coordenador do Curso de Ciências Sociais da PUC-SP entre 2018 e 2019.

Pedro Fassoni

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Pedro Puntoni

Possui graduação em História (1989), mestrado (1992) e doutorado (1998) em História Social e livre-docência (2010) em História do Brasil Colonial pela Universidade de São Paulo. É professor associado da Universidade de São Paulo (desde 1999), pesquisador do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e pesquisador do Cebrap – Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (desde 1998), onde atualmente coordena o Núcleo de Cultura Digital. Foi investigador visitante no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, onde desenvolveu seu pós-doutorado, em 2001 e em 2016-17. Foi membro (representante) do Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico Arqueológico, Artístico e Turístico (Condephaat) do Estado de São Paulo (2013-2016). Foi coordenador do programa de pós-graduação em História Econômica da USP (2005-2007). Foi diretor da Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin da USP (2007-2014) e coordenador do Projeto Brasiliana USP (responsável pelo desenvolvimento da biblioteca brasiliana digital – www.brasiliana.usp.br). Publicou alguns livros, entre os quais, “A guerra dos bárbaros: povos indígenas e a colonização do sertão Norte do Brasil, 1650-1720″ (2002); “O Estado do Brasil: poder e política na Bahia Colonial – 1548-1700″ (2014).

Tem experiência na área de História, com ênfase em História do Brasil Colônia, atuando principalmente nos seguintes temas: história indígena, história política, história militar, historiografia e arquivos. Tem desenvolvido pesquisas na área da Ciência da Informação, com especial interesse em bibliotecas digitais, e na área de Humanidades Digitais.

Pedro Puntoni

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Pedro Serrano

Graduado em Direito, mestre e doutor em Direito do Estado pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), com pós-doutorado pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa.

É advogado sócio do escritório de advocacia Teixeira Ferreira e Serrano Advogados Associados e professor da PUC-SP nos cursos de Direito Constitucional e de Fundamentos de Direito Público, Mestrado e Doutorado em Direito e especialização em Direito Administrativo e Constitucional.

É representante docente titular pela Faculdade de Direito da PUC-SP do Conselho de Cultura e Relações Comunitárias (CECCOM) e membro da comissão coordenadora da Cátedra Sérgio Vieira de Mello pela PUC-SP. Já foi procurador do Estado de São Paulo, consultor especial da Câmara Municipal de São Paulo e secretário de assuntos jurídicos da Prefeitura Municipal de São Bernardo do Campo.

Pedro Serrano

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Renato Janine

Renato Janine Ribeiro, ex-ministro da Educação, é professor titular de Ética e Filosofia Política na USP. É autor, entre outros, de “A sociedade contra o social” (Prêmio Jabuti de 2001), “A boa política” (2017) e “Ao leitor sem medo” (1984). Foi professor visitante na Universidade de Columbia e na UNIFESP.

Renato Janine

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Sônia Guajajara

Sônia é do povo Guajajara/Tentehar, que habita nas matas da Terra Indígena Araribóia, no estado do Maranhão, Brasil. Nascida em 1974, filha de pais analfabetos, deixou suas origens pela primeira vez aos 15 anos, quando recebeu ajuda da Funai para cursar o ensino médio em Minas Gerais. Depois, voltou para o Maranhão, onde se formou em Letras e Enfermagem e fez pós-graduação em Educação Especial.

Sua militância indígena e ambiental começou ainda na juventude, nos movimentos de base, e logo chegou ao Congresso Nacional – onde Sônia Guajajara foi linha de frente contra uma série de projetos que retiravam direitos e ameaçavam os povos indígenas e o meio ambiente. Em poucos anos, ela ganhou projeção internacional pela luta travada em nome dos direitos dos povos originários.

Em 2010, ela entregou o prêmio Motosserra de Ouro para Kátia Abreu, à época ministra da Agricultura, em protesto contra as alterações do Código Florestal. Tem voz no Conselho de Direitos Humanos da ONU e já dez anos leva denúncias às Conferências Mundiais do Clima (COP), de 2009 a 2019, além do Parlamento Europeu, entre outros órgãos e instâncias internacionais.

Sônia Guajajara já recebeu vários prêmios e honrarias, como o Prêmio Ordem do Mérito Cultural 2015 do Ministério da Cultura, entregue pela então presidente Dilma Rousseff. Também foi agraciada com a Medalha 18 de Janeiro pelo Centro de Promoção da Cidadania e Defesa dos Direitos Humanos Padre Josimo, em 2015, e com a Medalha Honra ao Mérito do Governo do Estado do Maranhão, pela grande articulação com os órgãos governamentais no período das queimadas na Terra Indígena Arariboia.

Em 2018, ela foi a primeira indígena a compor uma chapa presidencial e segue articulando a participação e o protagonismo das mulheres indígenas em várias frentes de luta.

No ano 2019, recebeu da Organização Movimento Humanos Direitos o Prêmio João Canuto pelos Direitos Humanos da Amazônia e da Liberdade e ainda em 2019 recebeu o prêmio Packard concedido pela Comissão Mundial de áreas protegidas da União Internacional para Conservação da Natureza (UICN).

Sônia Guajajara nasceu Sônia Bone e sua trajetória como mulher indígena, guerreira, seguindo na luta pelo meio ambiente e pelos povos originários, fez dela mundialmente conhecida como Sonia Guajajara: o nome de seu povo, que carrega com muito orgulho.

Hoje ela faz parte da Coordenação Executiva da Articulação dos povos indígenas do Brasil (APIB), terminando o segundo mandato (2013/2017) (2017/2021), e ainda compõe o Conselho da Iniciativa Inter-religiosa pelas Florestas Tropicais do Brasil, uma iniciativa que faz parte de um Programa das Nações Unidas.

Sônia Guajajara

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Stuart B. Schwartz

É catedrático no departamento de História de Yale University (EUA). Ph.d. pela Columbia University, recebeu também cinco doutorados honorários por universidades no Brasil, Peru, e Estados Unidos. Autor de mais de vinte livros, é especialista na História Colonial do Brasil, recebeu a Ordem do Cruzeiro do Sul em reconhecimento de seus livros “Burocracia e sociedade no Brasil colonial” (1979, 2011), “Segredos internos – engenhos e escravos na sociedade colonial” (1988) e “Cada um na sua lei” (2008). Continua suas pesquisas sobre Brasil no período Habsburgo e durante a restauração portuguesa.

Stuart Schwartz

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Valdei Lopes de Araujo

É graduado em História pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), possui doutorado em História pela PUC-Rio, com estágio na Universidade de Stanford. Fez estágio de pós-doutorado no IEB-USP, na Universidade do Ruhr, na Alemanha, e na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. É professor associado na Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) desde 2004, onde leciona no setor de Teoria e História da Historiografia. É editor da Revista Brasileira de História e publicou, recentemente, em coautoria, o livro “Almanaque da Covid-19: 150 dias para não esquecer”, pela editora Milfontes.

Valdei Lopes

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Yllan de Mattos Oliveira

Doutor em História Moderna pela Universidade Federal Fluminense e professor do departamento de História da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. Autor de “A Inquisição contestada: críticas e críticos ao Santo Ofício português” (Mauad-x/Faperj, 2014).

Yllan Oliveira

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Ynaê Lopes dos Santos

Ynaê Lopes dos Santos é bacharel, mestre e doutora em História Social pela Universidade de São Paulo, com Pós Doc pela FGV. Professora de História da Universidade Federal Fluminense, é especialista em história da escravidão e história das relações raciais nas Américas. Autora dos livros “Além da Senzala – arranjos escravos de Moradia no Rio de Janeiro” (1808-1850), publicado pela editora Hucited em 2010, e “História da África e do Brasil Afrodescendente”, publicado pela editora Pallas em 2017.

Seus livros incluem “Tecnossistema: a vida social da razão”, “Entre a razão e a experiência: ensaios sobre a tecnologia e a modernidade” e “Tecnologia, modernidade e democracia”.

Ynaê Lopes

O que você vai aprender no curso Brasil, mostra tua cara: passado e presente da história brasileira

Módulo: Contatos, impressões e ações

Aula 1

O Brasil Antes dos Portugueses

Sonia Guajajara

Aula 2

Os Estrangeiros e o Brasil

Carlos  Lima Jr.

Aula 3

A Imagem do Brasil nos Mapas

Júnia Furtado

Aula 4

O Estado e a Governança na História do Brasil

Pedro Puntoni

Aula 5

O Tráfico Transatlântico na História do Brasil

Luiz Felipe de Alencastro

Aula 6

O Contrabando na História do Brasil

Ernst Pijning

Aula 7

A Escravidão na História do Brasil

Flávio Gomes

Módulo: Minha terra tem Palmeiras

Aula 8

O Açúcar na História do Brasil

Stuart Schwartz

Aula 9

A Terra na História do Brasil

Márcia Motta

Aula 10

A Água na História do Brasil

Janes Jorge

Aula 11

As Cidades na História do Brasil

Ynaê Lopes

Aula 12

As Regiões na História do Brasil

Durval Muniz de Albuquerque Jr.

Módulo: Brasil, meu Brasil brasileiro!

Aula 13

Povos Indígenas do Brasil

Felipe Tuxá

Aula 14

Africanos e Africanas na História do Brasil

Juliana Farias

Aula 15

Libertos e libertas na História do Brasil

Luciana Brito

Aula 16

Os Indesejáveis na História do Brasil

Marcos Bretas

Módulo: Dispositivos de Poder

Aula 17

A Justiça na História do Brasil

Cláudia Atallah

Aula 18

A Ciência na História do Brasil

Lorelai Kury

Aula 19

A Imprensa na História do Brasil

Isabel Lustosa

Aula 20

História, Cultura e Geografia na História do Brasil

Iris Kantor

Aula 21

O Constitucionalismo do pós-guerra na História do Brasil

Pedro Serrano

Aula 22

O Saber na História do Brasil

Renato Janine Ribeiro 

Aula 23

A Cidadania na História do Brasil

Ana Flávia Magalhães

Aula 24

A Memória na História do Brasil

Alexandre Avelar

Aula 25

A Inquisição na História do Brasil

Yllan Oliveira

Xs donxs do poder

Aula 26

As Mulheres na História do Brasil

Joana Pedro

Aula 27

Os Religiosos na História do Brasil

Evergton Sales 

Aula 28

Os Militares e a Ditadura na História do Brasil

Carlos Fico

Aula 29

Notáveis e Classe Dominante na História do Brasil

Patrícia Valim

Aula 30

As Sexualidades na História do Brasil

Amara Moira

Módulo: Brasil em transe

Aula 31

As Insubmissões na História do Brasil

André Figueiredo

Aula 32

Os Golpes na História do Brasil

Lincoln Secco

Aula 33

A Corrupção na História do Brasil

Adriana Romeiro

Aula 34

O Atraso na História do Brasil

Valdei Lopes

Aula 35

A Dependência na História do Brasil

Pedro Fassoni

Aula 36

A Democracia na História do Brasil

Mateus Pereira

Aula 37

A Fome na História do Brasil

Maria Leidiana Mendes

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As aulas são gravadas e começarão a ser disponibilizadas aos alunos a partir de 07 de junho de 2021 e ficarão disponíveis por 1 ano.

Qual será o horário do curso?

As aulas serão disponibilizadas de acordo com o cronograma e poderão ser assistidas no horário de preferência do aluno.

É recomendado assistir às aulas nas datas em que serão disponibilizadas? Por quê?

É recomendado assistir às aulas na sequência. A sequência de aulas foi calculada para permitir uma compreensão adequada dos temas, que se sucedem histórica e logicamente. Uma aula é requisito de compreensão da outra, na medida em que traz conceitos que serão necessários em seguida.

Haverá certificado de conclusão?

Sim, um certificado será emitido aos alunos que assistirem a no mínimo 95% das aulas.

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