Aulas disponíveis a partir de setembro de 2021.

Música brasileira
um olhar através da arte e da cultura

Música brasileira – um olhar através da arte e da cultura é um curso que convida a compreender a música de forma ampla e a experimentar como a arte é feita, desde a criação até o consumo.

Com o objetivo de enriquecer o debate cultural, interseccionando pontos históricos e sociais, o curso aborda diversos temas que compõem o universo da música, como a cultura, a religiosidade e a técnica, sempre em diálogo com outros campos.

Na voz de grandes artistas e profissionais da área, vamos conhecer diferentes perspectivas que vão da antropologia, da história e da comunicação até a neurologia.

O curso é voltado para todos os amantes da música que querem saber mais sobre criação, experimentação e a construção da música brasileira, sua história e suas influências.

Para quem é o curso

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Para quem quer conhecer a formação das musicalidades brasileiras

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Para quem quer compreender fenômenos da estética e da técnica da música

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Para quem quer entender as raízes e influências da música brasileira

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Para quem quer descobrir as histórias dos instrumentos

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Para quem quer ter acesso a grandes artistas e profissionais da música

POR QUE PARTICIPAR DO CURSO
Música brasileira – um olhar através da arte e da cultura

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Para conhecer obras e compositores brasileiros

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Para refletir sobre a sociedade a partir da música

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Para descobrir outras formas de abordar os gêneros musicais

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Para saber mais sobre a história da música brasileira

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Para compreender como a música atua no nosso cérebro

O que mais você vai encontrar no curso

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Acesso a renomados professores e pesquisadores

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Mais de 14 horas de conteúdo

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Slides apresentados nas aulas

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Desconto em outros cursos do KOPE e outros benefícios

Coordenador

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João Camarero 

João Camarero é violonista e compositor. Nasceu em 1990, em Ribeirão Preto (SP), e foi criado na cidade de Avaré, mesmo lugar onde iniciou, aos oito anos, seus estudos na música, e aos quinze, de forma sistemática, pois sempre tocou de forma autodidata, no violão. 
 
Estudou no Conservatório de Tatuí e na Escola Portátil de Música do Rio de Janeiro, onde hoje atua como professor e monitor.  

Com destacada atuação como solista, foi vencedor do Prêmio MIMO Instrumental 2015 e do Concurso Novas – 3. Apresentou-se em importantes salas por diversos países como EUA, Japão, Coreia do Sul, França, Alemanha, Itália, Holanda, Inglaterra, Bélgica e Áustria.  
 
Como acompanhador, já tocou e toca até hoje com artistas como Altamiro Carrilho, Maria Bethânia, Raimundo Fagner, Mônica Salmaso, Leny Andrade, Yamandu Costa, Elton Medeiros, Cristina Buarque, Nailor Proveta, Mike Marshall, Joel Nascimento, João Lyra, Cristovão Bastos, Leo Gandelman, Henrique Cazes, Aquiles Moraes, Duo Gisbranco, entre outros. 

Como compositor, tem parcerias com grandes nomes da música popular brasileira, como Paulo César Pinheiro, Moacyr Luz e Cristovão Bastos. Já participou da gravação de inúmeros discos, como músico, arranjador e diretor musical.  
 
Integra o Conjunto Época de Ouro e o Regional Imperial, é coordenador do IREE Cultura e editor na Contracorrente. 

João Camarero

Supervisores científicos

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Walfrido Warde

Walfrido Warde é Bacharel em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, bacharel em Filosofia pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, Master of Laws pela Universidade de Nova York.

Doutor em Direito pela Universidade de São Paulo, quatro vezes pesquisador bolsista no Max-Planck-Institut für ausländisches und internationales Privatrecht, autor de dezenas de livros e artigos e autor do best seller “O espetáculo da corrupção”. Presidente do IREE.

Walfrido Warde

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Rafael Valim

Rafael Valim é Doutor e mestre em Direito Administrativo pela PUC-SP, onde lecionou de 2015 a 2018, atualmente é professor visitante na University of Manchester (Inglaterra), na Université Le Havre Normandie (França), na Universidad Panamericana (México) e na Universidad de Comahue (Argentina). É Diretor Cultural do IREE, membro do Instituto Internacional de Derecho Administrativo, do Foro Iberoamericano de Derecho Administrativo e do Instituto Brasileiro de Direito Administrativo. Advogado e parecerista.

Rafael Valim

Professores

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Alexandre Matias

Alexandre Matias atua há mais de 25 anos no jornalismo e na música, centralizando sua produção no site Trabalho Sujo, desde 1995. É curador, tradutor, discotecário, produtor de festas, palestrante e coordenador de cursos voltados para a música.  
 
Atualmente é curador de música do espaço cultural Centro da Terra, diretor artístico ao lado de outros artistas, e mantém, em seu canal no YouTube, programas diários e semanais.  Também integra o júri de música popular da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA), produz a festa mensal Noites Trabalho Sujo, suspensa desde março de 2020 por conta da pandemia e é coordenador e curador do recém-criado festival para novos artistas “Nave Sonora”. 
 
Foi curador de música do Centro Cultural São Paulo (CCSP), do projeto Prata da Casa”, do Sesc Pompeia, do Circuito Cultural Paulista e do Festival da Cultura Inglesa, editor do caderno Link, sobre tecnologia e cultura digital, no Estadão e diretor de redação da revista Galileu. Em 2018, criou e dirigiu o espetáculo Professor Duprat – Maestro da Invenção, no Sesc Pompeia, em homenagem a Rogério Duprat. 

Alexandre Matias

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Camila Fresca

Camila Fresca é bacharel em História e Comunicação Social, doutora e mestra em Musicologia pela ECA-USP. Atua como jornalista, curadora e pesquisadora especializada em música clássica.  
 
É colaboradora da Folha de S. Paulo e da revista Concerto e atua como convidada em júris de prêmios na área da música.  
 
Em 2011, idealizou e dirigiu o CD “Flausino Vale e o violino brasileiro” (Petrobras/Selo Clássicos), do violinista e maestro Cláudio Cruz, vencedor do Prêmio Bravo! Prime de Cultura 2011”, na categoria música erudita.  
 
Como pesquisadora, dedica-se à música brasileira de concerto, à história das mulheres na música sob um ponto de vista de gênero e à tradição dos instrumentos de cordas friccionadas.  
É autora dos livros “Festival de Inverno de Campos do Jordão – 50 anos” (Editora da Osesp, 2019) e “Uma extraordinária revelação de arte: Flausino Vale e o violino brasileiro” (Annablume, 2010).  
 
Atualmente, finaliza uma biografia sobre o compositor Heitor Villa-Lobos, com previsão de lançamento para 2022, pela Editora Todavia. 

Camila Fresca

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Fabiana Cozza

Fabiana Cozza é cantora, formada em Comunicação Social, mestra em Fonoaudiologia pela PUC-SP e pesquisadora da pós-graduação em Música do Instituto de Artes da Unicamp. 
 
Fora dos palcos, atua como professora nas oficinas “Corpo da Voz” e “Canto é Reza”, voltadas para cantores e interessados em canto. 

Tem oito álbuns lançados e três DVDs, sendo seu mais recente trabalho intitulado “Dos Santos”. Venceu duas edições do Prêmio da Música Brasileira, em 2012, como “Melhor Cantora de Samba”, e em 2018, com “Melhor Álbum em Língua Estrangeira”, por “Ay, Amor!”. 
 
Estreou na literatura em 2017, com seu livro de poemas “Álbum Duplo”, publicado pela editora Pedra Papel Tesoura. 

Fabiana Cozza

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Fabio Zanon

Fabio Zanon é violonista, maestro e coordenador do Festival de Inverno de Campos do Jordão. Atua como regente e é professor e Fellow da Royal Academy of Music em Londres, onde completou seus estudos. 
 
É considerado um dos artistas brasileiros de maior prestígio internacional por sua contribuição, como regente, professor e comunicador, para ampliar a percepção do violão no cenário da música clássica.  
 
Sua carreira foi lançada em 1996 ao vencer dois dos maiores concursos internacionais de violão. Desde então, tocou mais de 40 obras para violão e orquestra, muitas das quais em estreias mundiais.  

Se apresentou em mais de 50 países, em salas como o Royal Festival Hall em Londres, Philharmonie em Berlim, Sala Tchaikovsky em Moscou e Concertgebouw em Amsterdã, à frente de orquestras como a Filarmônica de Londres, Orquestra Estatal Russa Evgeni Svetlanov, Berliner Camerata, BBC Ulster e Sinfônica da RTÉ em Dublin. 
 
Foi vencedor dos concursos internacionais Guitar Foundation of America (GFA) nos EUA, Tarrega na Espanha e Alessandria na Itália. Concebeu e apresentou o programa “A Arte do Violão”, na Rádio Cultura, em São Paulo. 
 
Dedica-se com afinco à música de câmara, em parceria com artistas de todo gênero, e tem entre seus mestres, Antonio Guedes, Henrique Pinto, Edelton Gloeden e Michael Lewin. 

É autor do livro “Villa-Lobos”, publicado pela Publifolha, em 2009. 

Fabio Zanon

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João Camarero

João Camarero é violonista e compositor. Nasceu em 1990, em Ribeirão Preto (SP), e foi criado na cidade de Avaré, mesmo lugar onde iniciou, aos oito anos, seus estudos na música, e aos quinze, de forma sistemática, pois sempre tocou de forma autodidata, no violão. 
 
Estudou no Conservatório de Tatuí e na Escola Portátil de Música do Rio de Janeiro, onde hoje atua como professor e monitor.  

Com destacada atuação como solista, foi vencedor do Prêmio MIMO Instrumental 2015 e do Concurso Novas – 3. Apresentou-se em importantes salas por diversos países como EUA, Japão, Coreia do Sul, França, Alemanha, Itália, Holanda, Inglaterra, Bélgica e Áustria.  
 
Como acompanhador, já tocou e toca até hoje com artistas como Altamiro Carrilho, Maria Bethânia, Raimundo Fagner, Mônica Salmaso, Leny Andrade, Yamandu Costa, Elton Medeiros, Cristina Buarque, Nailor Proveta, Mike Marshall, Joel Nascimento, João Lyra, Cristovão Bastos, Leo Gandelman, Henrique Cazes, Aquiles Moraes, Duo Gisbranco, entre outros. 

Como compositor, tem parcerias com grandes nomes da música popular brasileira, como Paulo César Pinheiro, Moacyr Luz e Cristovão Bastos. Já participou da gravação de inúmeros discos, como músico, arranjador e diretor musical.  
 
Integra o Conjunto Época de Ouro e o Regional Imperial, é coordenador do IREE Cultura e editor na Contracorrente. 

João Camarero

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Julie Wein

Julie Wein é cantora, compositora e atriz. É graduada em Biofísica e doutora em Neurociências Cognitivas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Possui especialização em Neurociências Computacionais da Emoção e da Música e é pesquisadora pós-doutora do Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino, onde atua desde 2011. 
 
Foi duas vezes premiada pela Jornada Giulio Massarani da UFRJ e Graduada com Dignidade Acadêmica. Recebeu Menção Honrosa do Prêmio Juarez Aranha Ricardo e é finalista do Prêmio Profissionais da Música 2020 em quatro categorias: Melhor Cantora, Melhor Intérprete de MPB, Melhor Autora [música e letra] e Melhor Livro Técnico Musical.  
 
Seu primeiro álbum autoral, “Infinitos Encontros”, foi lançado pela Biscoito Fino, em 2020.

Julie Wein

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Karin Fernandes

Karin Fernandes é pianista, recitalista, solista e camerista, graduada em Música com Bacharelado em Piano pela Universidade São Judas Tadeu (USJT) e mestranda no Programa de Pós Graduação em Música/Performance na Universidade Federal da Bahia (UFBA). 
 
É professora de Piano no Laboratório de Música Contemporânea e Música de Câmara na EMESP Tom Jobim em São Paulo. 

Em sua formação destacam-se também cursos no exterior. Na França, com o pianista Bernard Flavigny, em Portugal, com a pianista Maria João Pires e na Inglaterra, com vários pianistas dentro da série de masterclasses do Oxford Philomusic Piano Festival. 

Foi premiada em primeiro lugar em mais de 20 concursos de piano, dentre eles o disputadíssimo X Prêmio Eldorado de Música. 
 
Possui 13 CD’s gravados e lançados comercialmente, dentre eles alguns que lhe renderam premiações como Melhor Instrumentista, Prêmio Revelação e Melhor CD. 

Karin Fernandes

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Letieres Leite

Letieres Leite é instrumentista, compositor e pesquisador.  
 
É o fundador e regente da Orkestra Rumpilezz, big band de percussão e sopros. Criada em 2006, a orquestra é o cartão de visitas para suas ideias, projetos e pesquisas que buscam catalogar e sistematizar as informações sobre o Universo Percussivo Baiano (UPB), a música afro-baiana e, em especial, o caráter educacional que prestigia todo esse conhecimento.  
 
Fundou a Academia de Música da Bahia (AMBAH), em Salvador, e atuou como produtor e diretor musical de diversos projetos da música popular brasileira e mundial. Lenine, Gilberto Gil, Toninho Horta, Paulinho Moura, Lulu Santos, Ivete Sangalo e Olodum foram alguns nomes nacionais, além do saxofonista norte-americano Joshua Redman, o trompetista Steven Berstein e o arranjador Arturo O’ Farril & AfroLatin Jazz Orchestra – algumas referências de artistas que já fizeram parceria com o compositor. 

Entre seus trabalhos, destacam a sua participação na curadoria do festival mundial PercPan, do Festival de Samba da Bahia e as turnês internacionais do grupo Letieres Leite & Orkestra Rumpilezz, que participou de importantes festivais europeus e norte-americanos, como o Europália (Bélgica), Mors Festival (Moers), San Jose Jazz Festival (San Jose), Lincoln Center Out of Doors (New York), Hollywood ArtsPark Fest (Miami), Philadelphia Jazz Project (Philadelphia) e San Francisco Jazz Center – Summer Festival (San Francisco), apresentando-se também na importante casa Kuumbwa Jazz (Santa Cruz). 

Atualmente, se dedica ao seu método UPB de ensino da música de matriz afro-baiana, como diretor pedagógico do projeto de formação de jovens no Laboratório Musical Rumpilezzinho, do qual é idealizador, e forma diretamente 75 jovens músicos, ao lado de uma equipe de educadores. 

Letieres Leite

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Lucas Nobile

Lucas Nobile é jornalista e pesquisador. Atualmente, é colaborador da Rádio Batuta, do Instituto Moreira Salles (IMS) 
 
É idealizador e curador da série “Muito Prazer, Meu Primeiro Disco” (Sesc, 2020/2021) e dealizador e pesquisador do documentário “Garoto – Vivo Sonhando”, que recebeu “Menção Especial de Pesquisa” pelo júri do festival In-Edit Brasil 2020. 
 
É autor dos livros “Dona Ivone Lara: a primeira-dama do samba” (2015/ Sonora Editora) e “Raphael Rabello: o violão em erupção” (2018/ Rumos – Ed. 34). 

Lucas Nobile

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Márcia Taborda 

Márcia Taborda é violonista, doutora em História Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), realizou pós-doutoramento na University of New South Wales, Sydney (2020). É professora de violão e coordenadora do Núcleo de Estudos de Violão da UFRJ. 
 
Gravou para a Acari Records, o CD Choros”, de Paulinho da Viola, com a obra do compositor escrita para o violão, e pela ABM Digital, o CD Musica Humana, com obras do repertório contemporâneo brasileiro. 
 
É autora dos livros “O violão na corte imperial” (Biblioteca Nacional/2021) e “Violão e identidade nacional”, pela editora Civilização Brasileira, que recebeu o Prêmio Funarte de Produção Crítica em Música (2010), e do documentário “Viola e violão em terras de São Sebastião”, premiado com o edital Rio 450 anos da FAPERJ. 

Márcia Taborda 

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Marcela Maia 

Marcela Maia é especialista em The Business of Music Marketing pela Berklee Online (Berklee College of Music) e graduada em Cinema e Jornalismo na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC  RJ). 
 
Atua há onze anos no mercado fonográfico e produziu mais de 70 títulos em Cd’s, Dvd’s e Lp’s.  
Atualmente, gerencia o Departamento de Marketing da Biscoito Fino, gravadora de referência no segmento da MPB, e planeja campanhas e estratégias de lançamento para promover nomes como Chico Buarque, Maria Bethânia, Gal Costa, Tom Jobim, entre outros.

Marcela Maia 

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Mônica Salmaso 

Mônica Salmaso é formada em música pela Faculdade Santa Marcelina em São Paulo, iniciou sua carreira na peça “O Concílio do Amor”, em 1989 e tem sido convidada regularmente para ministrar aulas em festivais no Brasil e exterior.   
 
Em 1995, gravou o disco “Afro-Sambas”, um duo de voz e violão com o instrumentista Paulo Bellinati, incluindo todos os afro-sambas de Baden Powell e Vinícius de Moraes. Em 1997, foi indicada ao Prêmio Sharp como revelação na categoria MPB. Lançou “Trampolim”, em 1998, e “Voadeira”, um ano depois, com o qual ganhou o prêmio APCA.  
 
Seu quarto CD “IAIÁ”, nasceu em 2004, seguido por “Noites de Gala, Samba na Rua”, de 2007, com músicas de Chico Buarque. Nesse meio tempo, foi convidada como solista de várias orquestras, como a OSESP, OSB, Jazz Sinfônica de São Paulo, Orquestra Jovem Tom Jobim, entre outras, tendo inclusive participado de um CD da OSESP sob regência de John Neschling, em 2006.  
 
Com o CD “Alma Lírica Brasileira”, com Teco Cardoso e Nelson Ayres, lançado pela Biscoito Fino em 2011, recebeu o 23º Prêmio da Música Brasileira, na categoria Melhor Cantora. Seu penúltimo CD, “Corpo de Baile” (2014), com músicas de Guinga e Paulo César Pinheiro, recebeu quatro indicações ao Prêmio da Música Brasileira, das quais venceu duas – melhor cantora MPB e melhor canção.  
 
Em 2017 lançou o álbum “Caipira” que recebeu elogios da crítica especializada e ganhou os prêmios de Melhor Álbum e Melhor Cantora na Categoria Regional no 29º Prêmio da Música Brasileira.  

Seus próximos projetos incluem o lançamento no Brasil, do CD gravado na turnê pelo Japão com Guinga em 2019, e as continuações da turnê nacional do CD Caipira e das gravações dos vídeos do “Ô de Casas”, que foram iniciadas durante a pandemia com o objetivo de promover encontros virtuais com os amigos, batizados por Mônica como “Encontros quentinhos de des-isolamento responsável”. 

Mônica Salmaso 

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Priscila Rato

Priscila Rato nasceu no Rio de Janeiro e iniciou os estudos em violino aos 8 anos.  
 
É graduada em Música pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e possui Curso de extensão no International Menuhin Music Academy (IMMA), na Suíça, onde estudou ao lado de Liviu Prunaru e Maxim Vengerov.  
 
É Spalla da Orquestra Sinfônica da Bahia (OSBA) há cinco anos e também integra a Orquestra Johann Sebastian Rio.  
 
Já atuou como violinista da Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB) e violinista do Quarteto A Priori e, como camerista, já realizou concertos com Jean Louis Steurmann, Erika Ribeiro, Cristian Budu, Fabio Martino e Leonardo Hilsdorf. 

Priscila Rato

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Rafael Galante

Rafael Galante é historiador, etnomusicólogo, mestre e doutorando em História Social pela Universidade de São Paulo, onde está realizando a pesquisa “Iconografia musical do Atlântico Negro: Brasil – África Central e Austral, um inventário analítico (Sécs. XVI-XIX)”.  
 
Em 2014 esteve como professor visitante do Departamento de Português e Espanhol da Univ. Smith College, em Massachusetts, nos EUA e no segundo semestre de 2017 esteve como pesquisador visitante no departamento de História da Universidade Eduardo Mondlane, em Maputo, Moçambique.  
 
Já realizou cursos sobre seus temas de pesquisa em diversas instituições culturais públicas e privadas, dentre elas o Museu de Arte de São Paulo (MASP), Fundação Ema Klabin, Centro de Pesquisa e Formação do SESC-SP, Acervo África, Centro Cultural Vale Maranhão, Universidade Eduardo Mondlane e Instituto de Artes da Universidade Estadual Paulista (UNESP).  
 
Realizou pesquisas de campo sobre música, religião e cultura popular em comunidades quilombolas e tradicionais do Brasil, de Cuba e de Moçambique, investigando sempre a presença cultural africana nos processos históricos de formação das culturas musicais e identidades afro-diaspóricas no âmbito do espaço atlântico. 

Rafael Galante

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Ricardo Dias

Ricardo Dias tem formação de violonista clássico, tendo estudado ao lado de Sergio de Pinna, Leo Soares, Henrique Pinto e Jodacil Damaceno.  
 
Foi aluno do atelier Mario Jorge Passos e desde 1985 se dedica à luteria. Como luthier, desenvolveu estudos em ergonomia, e tem instrumentos em diversas partes do mundo.  
 
Criou e ministrou um curso de luteria na Universidade Gama Filho, no Rio de Janeiro (UGF – RJ) e realizou palestras na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e na Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ), e em eventos, como o MIMO e Vital Medeiros.  
 
Foi jurado em concursos de música, como Associação de Violão do Rio de Janeiro (AV-Rio) e Villa Lobos, em Vitória, no Espírito Santo. Organizou o 1º festival de Violão de Serra Negra, em São Paulo e foi co-moderador do Fórum de Violão Erudito, que reuniu mais de 5000 membros, sendo o maior do mundo em conteúdo exclusivo. 

Escreveu diversos artigos em publicações especializadas, é autor do livro “Sergio Abreu, Uma Biografia”, e tem, no prelo, um guia sobre conservação de instrumentos. 

Participou das gravações de diversos CDs e mais recentemente, foi produtor musical de “Vento Brando”, de João Camarero. 

Ricardo Dias

O que você vai aprender no curso

Aula 1

O canto como reza: territórios do sagrado na música negra brasileira

Fabiana Cozza

Aula 2

Jornalismo e crítica musical: espaços de mediação entre artista e público

Camila Fresca

Aula 3

“Viola e violão em terras de São Sebastião” – história da chegada desses instrumentos no Rio de Janeiro

Marcia Taborda

Aula 4

Canto brasileiro

Mônica Salmaso

Aula 5

Atuação da música no cérebro humano

Julie Wein

Aula 6

História da luteria e a luteria no Brasil

Ricardo Dias

Aula 7

Formas atuais de consumo de música e o marketing digital

Marcela Maia

Aula 8

A diáspora centro-africana e a formação das musicalidades brasileiras

Rafael Galante

Aula 9

Música de concerto x música popular no Brasil – dicotomia ou conjugação?

Fabio Zanon

Aula 10

Biografia musical – pesquisa e escrita

Lucas Nobile e João Camarero

Aula 11

Quem escolhe o que você ouve?

Alexandre Matias

Aula 12

Claves africanas no arranjo brasileiro

Letieres Leite

Aula 13

Música contemporânea

Karin Fernandes

Aula 14

Música de concerto no Brasil

Priscila Rato

Depoimentos

Inscrição

Tenha acesso ao catálogo de cursos exclusivos do KOPE com mais de 300 horas de conteúdo para assistir online, em qualquer lugar, a partir de 35 reais por mês. Sem taxas de cancelamento, você encerra sua assinatura quando quiser.

Trimestral

R$ 43,60

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Ou R$130,80 à vista no boleto

Semestral

R$ 40,00

POR MÊS

Ou R$240,00 à vista no boleto

Anual

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POR MÊS

Ou R$420 à vista no boleto

Perguntas e respostas

Qual a carga horária?

A carga horária é de mais de 14 horas.

As aulas são ao vivo ou ficarão disponíveis para que cada aluno assista de acordo com a sua disponibilidade?

As aulas são gravadas e começarão a ser disponibilizadas aos alunos a partir de setembro de 2021 e ficarão disponíveis por 1 ano.

Qual será o horário do curso?

As aulas serão disponibilizadas de acordo com o cronograma e poderão ser assistidas no horário de preferência do aluno.

É recomendado assistir às aulas nas datas em que serão disponibilizadas? Por quê?

É recomendado assistir às aulas na sequência. A sequência de aulas foi calculada para permitir uma compreensão adequada dos temas, que se sucedem histórica e logicamente. Uma aula é requisito de compreensão da outra, na medida em que traz conceitos que serão necessários em seguida.

Haverá certificado de conclusão?

Sim, um certificado será emitido aos alunos que assistirem a no mínimo 95% das aulas.

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